As 10 vozes femininas mais fracas do pop atual (2015)


        Após o sucesso e a repercussão da nossa lista de 2013 'As 15 vozes femininas mais fracas do pop', decidimos que era hora de uma atualização. Dois anos depois, muita coisa mudou no cenário musical.

        Desta vez, focamos exclusivamente em artistas em atividade. Removemos nomes que se afastaram dos palcos ou que perderam espaço no debate atual, como Scarlett Johansson e Emily Osment. 


10. JENNIFER LOPEZ

        A falta de afinação não é exatamente o problema de JLo. Sua maior limitação vocal está ligada à falta de potência e, em certos momentos, ao fôlego — embora, neste último quesito, possamos dar um desconto, já que ela entrega coreografias impecáveis. Dona de um timbre característico que vem sendo moldado há décadas (afinal, a diva é uma veterana do Pop/R&B, apesar da aparência sempre jovial), Jennifer deixa a desejar nas performances ao vivo ao não alcançar as notas altas que ouvimos em estúdio. Quando arrisca, o resultado nem sempre é o esperado. Ainda assim, seu carisma, presença de palco e o "conjunto da obra" continuam impressionando o público.


9. AVRIL LAVIGNE

        Este é um caso delicado. Avril é uma artista extremamente querida e marcou gerações com seus hits, mas seria impossível ignorar suas limitações nesta lista. Se em estúdio sua voz se encaixa perfeitamente ao estilo de suas músicas, no palco a situação muda. Avril frequentemente deixa a desejar em apresentações ao vivo, seja por deslizes na afinação ou por evidenciar que está cantando no seu limite vocal. Falhas na voz também são recorrentes — o que é compreensível para alguém de timbre doce e agudo que precisa sustentar um repertório mais pesado e agitado.


8. DULCE MARIA

        Dona de um timbre peculiar e diferenciado, Dulce divide opiniões: há quem ame e quem ache sua voz irritante. O caso dela é atípico porque as dúvidas sobre sua qualidade vocal surgem não apenas no palco, mas também em estúdio. Embora suas músicas sejam bem produzidas e recebam o carinho do público, os agudos anasalados e os frequentes deslizes na afinação durante os shows são difíceis de ignorar. Por essas e outras, ela garante seu lugar na lista.  


7. CARLY RAE JEPSEN

        Apadrinhada por Justin Bieber e fenômeno no Canadá, Carly invadiu as paradas com o mega hit Call Me Maybe. No entanto, a recepção esfria quando ouvimos a cantora ao vivo. No palco, sua voz soa muito mais fina e, por vezes, enjoativa — bem diferente da versão polida e agradável das gravações. Podemos dar um desconto por sua pouca experiência em grandes arenas, mas, por enquanto, ela ainda precisa provar que consegue sustentar um show sem depender apenas do carisma.
  

6. IGGY AZALEA   
           
        "Ame ou odeie": este seria o slogan de Iggy se ela fosse um produto. Mas sejamos realistas: mesmo seus maiores fãs precisam admitir que a rapper não é uma grande vocalista. É decepcionante assistir a uma performance esperando o "vozeirão" de Fancy e encontrar versos atropelados e excessivamente nasais. As rimas velozes e o tom encorpado do rádio parecem desaparecer no palco. Falta fôlego, falta potência e, principalmente, energia mas sobram hits, bons hits.


5. SELENA GOMEZ

        Selena é o clássico exemplo da estrela de TV que resolveu se arriscar nos palcos. Sua transição da telinha para o pop foi gradual e rendeu bons frutos, com hits bem produzidos. O que intriga, no entanto, é a involução vocal: a potência que ouvíamos em singles como Naturally parece ter sumido com o tempo. Como suas apresentações costumam ser mornas e exigem pouco esforço técnico, a dúvida sobre seu real talento vocal permanece viva.
  

4. KE$HA

        Analisar a técnica de Ke$ha é um desafio, já que o desleixo parece fazer parte do pacote. Entre a realidade e o personagem de "garota festeira", a loira entrega performances vocais bem instáveis. Embora tenha uma voz diferenciada e um talento inegável para composições chiclete, Ke$ha peca gravemente no ao vivo, com desafinações que testam a paciência do público. No fim das contas, ela acaba entretendo pelo caos: os erros são tantos que se tornam parte do show. Quem compra o ingresso está mais interessado na energia caótica da party girl do que em uma aula de canto.


3. KATY PERRY

        A grande polêmica do pop. Dona de hits históricos e de uma simpatia contagiante, a California Gurl deixa muito a desejar ao vivo. Além das desafinações, a falta de fôlego é recorrente — o que levanta a questão: por que correr e pular tanto se os vocais não aguentam o impacto? O espetáculo visual, os figurinos e o corpo de baile acabam servindo como uma cortina de fumaça para esconder a instabilidade vocal. É triste perceber que uma das maiores estrelas da atualidade nos entrega um produto tão "mascarado".
  

2. NICOLE SCHERZINGER

        A ex-líder das Pussycat Dolls carrega um título nada invejável: a "rainha do flop". Mas, além dos problemas comerciais de sua carreira solo, o foco aqui é a voz. Se Deus foi generoso na beleza física de Nicole, o mesmo não se pode dizer de sua técnica vocal. A pouca potência e os gritos roucos e desafinados marcam suas performances desde a época do grupo. O jeito, muitas vezes, foi apelar para o rebolado e tentar hipnotizar o público visualmente. 


    1. BRITNEY SPEARS

        A "Princesinha do Pop" acabou herdando outro título: a rainha do playback. Há anos a Miss Spears não mostra sua voz real, e boatos de "dublês vocais" em estúdio são constantes. Britney se tornou uma marca, um rosto que vende ingressos por nostalgia e espetáculo visual. Assistindo a qualquer performance da era Femme Fatale, fica claro que, embora seja uma mestre do entretenimento, vocalmente ela perde até para as artistas iniciantes mais limitadas.
 

Share:

Quanto a altura interfere na vida de uma pessoa?



    A altura é uma característica biológica que não podemos mudar, mas ela pode estar influenciando o seu destino de maneiras invisíveis. Vamos analisar as evidências de como a sua estatura pode impactar tudo: do seu sex appeal à sua conta bancária e longevidade.


Dinheiro e poder

    Com seus 1,93m, Abraham Lincoln seria uma torre perto de Barack Obama (1,85m). Ainda assim, o ex-presidente americano é cerca de 8 cm mais alto do que a média nacional. Esses dados reforçam estudos recentes que mostram que candidatos mais altos tendem, de fato, a receber mais votos.

    Além da política, homens e mulheres mais altos costumam ser vistos como mais dominantes, saudáveis e inteligentes. Por isso, têm mais chances de serem escolhidos para cargos competitivos e, consequentemente, ganham salários maiores. Parece que associamos naturalmente a altura à "grandeza" e à "liderança".

    Claro, nem todo empreendedor de sucesso é um gigante (Winston Churchill e Martin Luther King exalavam carisma mesmo sendo mais baixos). Mas, baseando-se apenas em primeiras impressões, as pessoas mais altas costumam ficar com a maior fatia do bolo.

Veredito: É mais fácil para pessoas altas ocuparem grandes posições no mercado.




A atração sexual

    Anos atrás, estudos indicavam que pessoas altas eram consideradas mais atraentes. Porém, com a popularização dos aplicativos de namoro, onde o foco inicial é o rosto, perfis de estatura média ou baixa ganharam espaço. Embora as mulheres altas sejam valorizadas como supermodelos, no mundo dos encontros online, a preferência geral costuma recair sobre mulheres de altura média.

    Já para os homens, o porte físico pode ser uma faca de dois gumes. Um estudo sobre a percepção feminina em relação ao tamanho do pênis revelou algo curioso: em homens mais altos, as mulheres tendiam a criar expectativas maiores sobre os dotes sexuais. Talvez homens de grande estatura tenham elevado o padrão na crença popular — o que nem sempre é verdade, tal como o mito de que "homens com pés grandes" teriam órgãos maiores.


↑↓ Veredito: Pessoas altas podem parecer levar vantagem na paquera, mas isso nem sempre se traduz em sucesso real.


 
Esportes

    Basta olhar para uma quadra de basquete ou uma pista de atletismo para ver que pernas longas são uma vantagem óbvia. Membros maiores cobrem mais espaço em menos tempo. Além disso, em esportes de equipe como o futebol, jogadores altos conseguem enxergar acima dos adversários, facilitando a visão de jogo.

    No entanto, um corpo menor tem seus bônus. O impulso nervoso percorre uma distância menor dos membros até o cérebro, o que resulta em tempos de reação mais rápidos e maior agilidade — uma vantagem para artistas marciais como Jackie Chan. Corpos menores também têm uma "aceleração de rotação" superior, o que os faz brilhar na ginástica, snowboarding, patinação e saltos ornamentais.


↑↓ Veredito: Empate técnico. Tudo depende da modalidade.


 
Falta de jeito

    Pense no seu corpo como um carro: quanto maior ele for, mais difícil é frear para evitar uma colisão. Além disso, um impulso maior significa um impacto mais doloroso. Estima-se que alguém 20% mais alto acumule o dobro de energia cinética durante uma queda.

    Como diz o ditado: quanto maior a altura, maior o tombo. Isso explica por que pessoas altas são mais propensas a lesões ao longo da vida; mulheres altas, por exemplo, têm o dobro de chance de sofrer fraturas no quadril em comparação às mais baixas.

Veredito: Pessoas baixas são menos propensas a acidentes graves.


Longevidade e saúde

    A região de Villagrande Strisaili, na Sardenha, possui uma das maiores concentrações de centenários da Europa. Além da dieta mediterrânea, um fator chama a atenção: a população é predominantemente baixa, com média masculina de 1,60m.

    Pessoas mais altas parecem sofrer mais com o envelhecimento. Quanto maior o corpo, maior o número de células, o que aumenta estatisticamente o risco de mutações que causam câncer. Um corpo maior também queima mais energia, acelerando o desgaste geral do organismo. Na Sardenha, os mais altos viveram, em média, dois anos a menos que os vizinhos baixos. Um estudo espanhol com 1,3 milhão de pessoas confirmou: cada centímetro adicional de altura reduz a expectativa de vida em cerca de 0,7 anos.

Veredito: Um corpo menor costuma ter uma vida útil mais longa.


Felicidade
    Apesar dos riscos à saúde, ser alto traz um conforto psicológico: vários estudos indicam que pessoas altas pontuam mais em escalas de felicidade e satisfação com a vida. Isso provavelmente se deve às melhores perspectivas de carreira e renda, o que permite uma trajetória de vida com menos preocupações financeiras.

Veredito: Quanto mais alto você é, maior tende a ser sua satisfação pessoal.


→ Resultado
    Embora a ciência aponte essas curiosas conexões entre altura e estilo de vida, nada disso substitui a individualidade. A biologia pode até nos dar as cartas, mas somos nós quem jogamos a partida. Seja qual for o seu tamanho, a 'loteria genética' foi generosa à sua maneira. Afinal, a nossa trajetória não é traçada pelos centímetros que medimos, mas pela grandeza das nossas ações e pela forma como usamos o corpo que temos."




Share:

Documentário mostra "Diário do Coringa" e reacende rumores sobre morte de Heath Ledger

    Com a grande expectativa para o lançamento de Esquadrão Suicida — e, especialmente, para a estreia de Jared Leto como o novo Coringa —, é inevitável recordar a lendária interpretação de Heath Ledger em O Cavaleiro das Trevas. Além da atuação fenomenal que lhe rendeu um Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante, o caso permanece vivo no imaginário público pela tragédia de sua morte repentina, ocorrida meses antes da estreia do longa.

    Agora, anos depois, o documentário Heath Ledger: Too Young to Die traz novos detalhes sobre a vida do ator, conhecido também por papéis em O Patriota e O Segredo de Brokeback Mountain. A obra reacende o antigo rumor de que a intensa preparação para viver o vilão teria abalado profundamente seu psicológico, levando-o ao uso excessivo de medicamentos que resultaram em sua morte, em janeiro de 2008.

    O pai do ator, Kim Ledger, participa do documentário lendo trechos do diário do filho, escrito durante o mês em que ele se isolou para estudar o papel. Logo na capa, o caderno já apresentava uma temática circense, servindo como uma "porta de entrada" para a mente do vilão. Nas páginas, veem-se cartas de baralho, fotos de palhaços e recortes de quadrinhos do Batman. Um destaque importante são as imagens de Malcolm McDowell em Laranja Mecânica, revelando uma das grandes inspirações para o estilo errático do personagem.


    Embora o diário confirme que Ledger teve sérios problemas de insônia durante as filmagens, o que levou ao uso de remédios controlados, nada comprova que sua morte tenha sido causada exclusivamente pelo impacto emocional desse trabalho.

No vídeo, Kim Ledger reflete: "Ele se trancou em um quarto de hotel por um mês para dar vida ao personagem em sua mente. Isso era típico de sua dedicação, ele sempre mergulhava fundo. Eu apenas sinto que, desta vez, ele foi para outro nível."


Share:

Os 10 melhores hits de 2015

Indo das pistas de dança às baladas românticas, 2015 tem sido repleto de hits, recordes de vendas e visualizações no YouTube sendo superados a cada lançamento. Vimos o mercado musical se renovar e se reerguer, integrando novas formas de consumir e compartilhar música, fortalecendo-se após a crise que abalou o setor nos últimos anos. Abaixo, selecionamos as faixas que realmente dominaram o cenário até o momento.


10. BLACK MAGIC- Little Mix
    A música pode não ter a letra mais profunda ou um estilo revolucionário para uma girlband, mas foi o carro-chefe perfeito para apresentar o grupo ao mundo. Mesmo sem um grande diferencial técnico, é uma faixa animada que não cansa, mesmo após várias repetições. É um hit vibrante — talvez o melhor do grupo até aqui — que combina perfeitamente com uma tarde de sexta-feira ou uma festa entre amigos. Por sua energia contagiante, merece o lugar na lista.

9. LEAN ON- Major Lazer
    O Major Lazer foi estratégico ao recrutar DJ Snake (de Turn Down For What) e a novata MØ, cuja voz casou perfeitamente com a estética de influência indiana do projeto. As dancinhas virais do clipe ajudaram, mas o trunfo real foi o refrão "chiclete" e as batidas sensuais inspiradas na cultura oriental. O resultado foi uma sonoridade de fácil aceitação que dominou as paradas mundiais.

8. INFINITY- Mariah Carey
    Tentando emplacar um novo fenômeno desde o auge de The Emancipation of Mimi, Mariah não atingiu números astronômicos com Infinity, mas certamente causou barulho. Os agudos mais famosos da black music em sintonia com a tendência retrô e o R&B clássico tornam a audição extremamente agradável. É delicioso ouvir Mariah rimar em versos com pegada hip-hop enquanto exibe uma das vozes mais potentes e respeitadas das últimas décadas.

  7. GHOST TOWN - Adam Lambert
    Quem diria que Adam deixaria para trás o estilo visual carregado para abraçar um som mais maduro? Sua passagem como vocalista do Queen trouxe aprendizados nítidos para seu currículo, e Ghost Town é a prova sonora dessa evolução. O single é uma mistura audaciosa de western, pop e house. Como todo Pokémon evolui, Lambert mostrou sua versão mais forte e garantiu seu lugar entre os melhores do ano.

6. BAD BLOOD - Kendrick Lamar feat. Taylor Swift
    Impossível ignorar a ascensão meteórica de Taylor Swift. De diva country a fenômeno pop, ela se consagrou com o álbum 1989. A estratégia para o single Bad Blood foi mestre: a versão original era morna, então trouxeram Kendrick Lamar para dar peso à faixa. Kendrick entrega um "rap do bem" que agrada tanto a crítica quanto o público jovem. Sendo honestos: os melhores trechos da música são dele. Somado a um clipe repleto de celebridades e efeitos especiais, o sucesso absoluto era inevitável.


5. CANT FEEL MY FACE- The Weeknd
    Ao ouvir este hit pela primeira vez, muitos pensaram se tratar de um single póstumo do Rei do Pop. Se Michael Jackson estivesse vivo, certamente lutaria por essa música em seu repertório. Na ausência dessa possibilidade, The Weeknd brilha ao receber comparações honrosas com o ídolo. O ritmo dançante e suave, somado à transição impecável para o refrão, faz desta faixa um dos maiores acertos de produção do ano.

4. SEE YOU AGAIN- Wiz Khalifa
    A receita do hit infalível: um rapper de peso, um refrão emocionante na voz de um novo talento e a conexão com um blockbuster de carga emocional gigantesca. Wiz Khalifa entrega versos honestos que se encaixam no luto pela perda de Paul Walker, enquanto o iniciante Charlie Puth emociona com um vocal potente e melancólico. Uma despedida digna que tocou o mundo inteiro.

3. PHOTOGRAPH - Ed Sheeran
    O "ruivo favorito" do momento continua sendo a trilha sonora oficial para términos e novos romances. Em Photograph, Sheeran surge mais maduro e contido, mas sem perder a capacidade de transmitir emoção crua. Ele mantém a linha que atinge em cheio seu público-alvo, oferecendo as palavras certas para quem busca idealizar o sonho do "príncipe encantado" moderno.

2. WANT TO WANT ME - Jason Derulo
    Após dominar as paradas com a simplória Wiggle, Jason Derulo sentiu a necessidade de mostrar substância. Want To Want Me é contagiante e chiclete, mas com uma qualidade de produção superior. É gratificante ver Derulo resgatar a inspiração em Michael Jackson e Usher que ele exibia no início da carreira. O mercado estava sedento por um pop funcional e bem cantado, e Jason entregou exatamente isso.

1. ELASTIC HEART - Sia

    Enquanto houver lançamentos compostos e interpretados por Sia, ela será presença garantida em qualquer lista de melhores do ano. Elastic Heart já havia passado despercebida em 2013 na trilha de Jogos Vorazes, mas sua versão solo é impecável. O instrumental dramático aliado aos vocais roucos e arrastados cria um ápice que dura do primeiro ao último segundo. É uma aula de composição e interpretação, garantindo a Sia o merecido topo da lista.



Share:

Diibep Blog