Muito antes de Cristo: O Culto à Natureza
A origem dessa tradição remonta ao período entre o segundo e o terceiro milênio a.C. Naquela época, diversos povos indo-europeus que se espalhavam pela Europa e Ásia viam as árvores como uma expressão viva da energia e da fertilidade da Mãe Natureza.
O carvalho era frequentemente considerado a "rainha das árvores". Durante o inverno, quando as folhas caíam e a natureza parecia "morrer", as pessoas penduravam enfeites em seus galhos. O objetivo era atrair de volta o espírito da natureza, que eles acreditavam ter partido com a chegada do frio.
O Nascimento da Árvore Moderna
A árvore de Natal como a conhecemos hoje começou a ganhar forma na Alemanha, com as primeiras referências documentadas surgindo no século XVI.
O costume de usar pinheiros (árvores que permanecem verdes mesmo no gelo) simbolizava a vida eterna e a resistência. A partir daí, a tradição iniciou uma viagem global:
Século XIX: A tradição atravessou fronteiras e chegou à Inglaterra (popularizada pela Rainha Vitória), França, Estados Unidos e Porto Rico.
Século XX: O costume consolidou-se na Espanha e na maioria dos países da América Latina, tornando-se o ícone universal que montamos em nossas salas todos os anos.






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