Youtube e a retrospectiva vergonhosa do gosto musical brasileiro

    O YouTube divulgou recentemente uma retrospectiva com os vídeos mais assistidos pelos brasileiros. Como era de se esperar, o sertanejo e o funk dominaram a lista, deixando um questionamento incômodo no ar: qual é o real nível cultural do consumo de entretenimento no nosso país?    

    É maçante a tonelada de "lixo musical" lançada nos últimos anos. O funk, historicamente marcado por letras de baixo calão, mantém a mesma sonoridade repetitiva. No entanto, agora ele aparece fortemente aliado ao sertanejo universitário — um rótulo meramente comercial para um gênero que, muitas vezes, carece de profundidade. Essa fusão tornou-se a febre do momento, impulsionada por um modismo vazio e pela falta de critérios de uma juventude que parece priorizar o consumo imediato em vez da qualidade artística.


           Confira o top 10 e, se puder (não aconselho), ouça esses 'hits' e note a pobreza em originalidade da nossa música e a incrível criatividade desses 'artistas' somente quando o assunto é duplo sentido envolvendo sexualidade.

1. Munhoz & Mariano – "Camaro Amarelo" (tema muito interessante para uma música, não?!)
2. PSY – "Gangnam Style"
3. Para nossa alegria
4. MC Boy do Charmes – "Onde Eu Chego Paro Tudo" (já dá para ter uma ideia da música, só pelo nome do grupo)
5. MC Guime – "Plaque de 100"
6. Luan Santana – "Te Vivo"
7. MC Rodolfinho – “Como É Bom Ser Vida Loka” (só sendo Vida Loka mesmo para gastar com internet para ver/ouvir isto)
8. Luan Santana – "Você De Mim Não Sai"
9. Gabriel Gava – “Fiorinho” (Mas que diabos é isto??!!)
10. MC Danado – "Top Do Momento"




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Supervulcão de Yellowstone - Uma bomba relógio natural

    A erupção do vulcão Yellowstone não é uma profecia mística ou um roteiro de cinema sobre o fim do mundo. É uma realidade geológica que, mais cedo ou mais tarde, o planeta terá de enfrentar.

 
O QUE É UM SUPERVULCÃO   
    O termo "supervulcão" ainda não possui uma definição consensual, mas foi popularizado para descrever erupções de magnitude excepcional. O U.S. Geological Survey (USGS) utiliza o termo para eventos que lançam mais de 1.000 km³ (e não apenas metros) de material vulcânico. Para se ter uma ideia, isso é centenas de vezes superior à erupção do Krakatoa em 1883. Enquanto um vulcão comum devasta a fauna e flora local, um supervulcão em atividade pode causar a extinção de espécies ao alterar drasticamente o clima global.

YELLOWSTONE
    Localizado no Parque Nacional de Yellowstone, este gigante possui uma caldeira de aproximadamente 60 km de diâmetro. Todos os anos, o solo do parque se eleva entre 5 e 7 cm devido à pressão do magma.
    Recentemente, cientistas observaram áreas onde o solo subiu mais de 25 cm em uma velocidade surpreendente. Além disso, surgiram rachaduras profundas na caldeira, com detecção de movimentação de magma quilômetros abaixo da superfície. Embora especialistas confirmem que este é um caso extraordinário de pressão vulcânica, ainda não há consenso se estamos vivenciando os sinais de uma pré-erupção iminente. Uma explosão dessa magnitude seria equivalente ao poder de milhões de bombas nucleares.
Parque Nacional de Yellowstone
CONSEQUENCIAS DA ERUPÇÃO
    Se o Yellowstone entrasse em erupção hoje, o cenário seria apocalíptico:
  • Impacto Imediato: Um fluxo piroclástico (gás mortal e cinzas a 900 °C) se espalharia em velocidades altíssimas, incinerando tudo em um raio de centenas de quilômetros.

  • Inverno Vulcânico: Cerca de três meses após a erupção, uma nuvem de cinzas cobriria o Hemisfério Norte, bloqueando a luz solar e derrubando as temperaturas para até -30 °C. No Hemisfério Sul, o desequilíbrio climático poderia causar secas severas e picos de calor extremo.

  • Tsunamis e Terremotos: O abalo sísmico resultante poderia atingir 8.9 na Escala Richter. A onda de choque se propagaria pelos oceanos, gerando tsunamis com ondas de até 50 metros, devastando áreas costeiras na Europa, Ásia e Américas.


    Yellowstone é, essencialmente, uma tragédia anunciada pela geologia. Sem previsão exata e sem qualquer chance de ser evitada, ela nos lembra da força implacável da natureza.



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Novela Carrosel está preocupando pais e educadores

    A pequena Isabelly Alves, de apenas 5 anos, chegou da escola em um dia que parecia comum. Enquanto seu pai lavava a moto e sua avó cuidava da casa, sua tia estacionava a perua escolar. No entanto, ao abrir a porta do veículo, o susto: a menina estava desmaiada. O alarde foi imediato. A avó gritou, o pai correu e até os vizinhos se aproximaram para ajudar. A angústia só terminou quando, já dentro de casa, Isabelly abriu os olhos e exclamou: “É brincadeira!”

    O susto foi, na verdade, um "teatrinho". Isabelly estava imitando a personagem Carmen, da novela Carrossel (SBT), que havia desmaiado em um dos capítulos.

O Palco Escolar

    O sucesso da trama infantil é tão grande que as brincadeiras inspiradas nos personagens tornaram-se rotina nas escolas, nem sempre com finais tranquilos. Maria Eduarda Oliveira, de 7 anos, quase foi parar na diretoria após encenar uma briga com uma amiga durante a aula de Educação Física. O motivo? Elas estavam reproduzindo uma discussão entre as personagens Marcelina e Valéria. Sem saber da encenação, o professor acreditou que o conflito fosse real.

    Segundo Silvia Colello, professora de Psicologia da Educação da USP, esse comportamento é natural. “As crianças sempre imitaram a ficção. Incorporar a briga da TV é uma forma de entender os conflitos da vida”, explica. Para a especialista, a solução não é a proibição. “O segredo é os pais ajudarem a criança a desenvolver um olhar crítico sobre o que vê na TV”, completa.

Regras e Representatividade

    Algumas instituições já começaram a estabelecer limites. No colégio Renovação, por exemplo, as imitações só são permitidas durante o recreio. Mas a brincadeira também levanta questões sobre identidade. Um aluno desabafou: “Eu sempre sou o Cirilo. É porque sou negro, né? Mas não gosto, ele é baixo astral”. Imediatamente, Júlia Morelli, de 9 anos, entra no papel de Maria Joaquina para soltar o bordão: “Ai, Cirilo!”, arrancando gargalhadas da turma.

Chiquititas vs. Carrossel: O que mudou?

    É interessante notar o contraste entre gerações. Quem viveu o fenômeno Chiquititas nos anos 90 — eu inclusa — lembra-se bem das coreografias incessantes, mas não havia esse desejo tão forte de vivenciar a personalidade dos personagens em tempo integral.

    Fica a reflexão: será que a geração Carrossel está crescendo mais próxima da TV e mais distante das interações familiares do que a geração anterior? Ou será que o poder de imersão das redes sociais hoje torna essa fronteira entre realidade e ficção muito mais tênue?

Folha de SP
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Ditados populares: você não está falando isto direito

    Ao passar de boca em boca, os ditados populares muitas vezes são mal interpretados e falados de maneira errada. Veja alguns exemplos:



Dito popular 1: "Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro"

Existe realmente um bicho carpinteiro? Talvez um cupim, mas ainda assim, seria estranho, não?

O correto seria: "Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro". 
A frase original fazia referência àquelas crianças (ou adultos) que não conseguiam parar quietas, como se tivessem formigas ou insetos andando pelo corpo inteiro.
 


Dito popular 2: "Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão."

Como que uma bata se esparrama pelo chão, se ela é uma raiz, e já nasce debaixo da terra?

O correto seria: "Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão". 
As batatas possuem "ramas" (caules e folhas) que se estendem pela terra conforme a planta cresce. 



Dito popular 3: "Cor de burro quando foge."

Por acaso burros mudam de cor quando fogem? Qual cor ele fica? Branco de susto?

O correto seria: "Corro de burro, quando foge!". 
Antigamente, dizia-se "Corro de burro quando foge" para indicar que, diante de um animal grande e descontrolado, o melhor a fazer era sair de perto (fugir do perigo). Era um ditado sobre prudência.



Dito popular 4: "Quem tem boca vai a Roma."

Este até que é aceitável, pois o significado é muito mais interessante do que o correto.

 O correto seria: ‘Quem tem boca vaia Roma.’ 
Essa versão sugere que o povo, se estivesse insatisfeito com os governantes romanos (no auge do Império), usaria a própria voz para vaiar e protestar. 



Dito popular 5: "Cuspido e escarrado."

Este ditado é utilizado quando alguém quer dizer que uma pessoa é muito parecida com a outra e, vamos confessar, não possui muito nexo com a mensagem original, quando dito desta forma.

O correto seria: "Esculpido em Carrara". 
O Mármore de Carrara (da Itália) é um dos mais valiosos do mundo, usado por Michelangelo para esculpir o famoso Davi. Dizer que alguém era "esculpido em Carrara" significava que a pessoa era uma cópia perfeita, idêntica e bem acabada de outra.



Dito popular 6: "Quem não tem cão, caça com gato."

E se a caça fosse um outro gato? Essa briga seria feia....

O correto seria: ‘Quem não tem cão, caça como gato."



Dito popular 7: "Enfiou o pé na jaca"

Vamos á uma breve aula de história: Antigamente, os tropeiros paravam nas vendas para beber. Quando já estavam bêbados, era comum colocarem o pé direito no estribo e, ao jogar a perna esquerda para montar no burro, erravam e pisavam no jacá (o cesto em que as mercadorias eram carregadas) e com isso acabavam caindo. Por isso, quando alguém bebe demais diz que ele enfia o pé no jacá. A fruta, jaca, não tem nada haver com isso.

O correto seria: "Enfiou o pé no jacá."


 

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Brasil x Paraguai: o maior conflito armado da América do Sul

    A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Rivalidades platinas e a formação de Estados nacionais deflagraram o confronto, que destruiu a economia e a população paraguaias. É também chamada de Guerra da Tríplice Aliança na Argentina e no Uruguai, e de Guerra Grande no Paraguai.

    A guerra durou seis anos. Teve seu início em 13 de dezembro de 1864 e chegou ao fim em 1870, com a morte do presidente Francisco Solano López em Cerro Corá.

Francisco Solano López, ditad0r do Paraguai.

Causas

    Desde sua independência, os governantes paraguaios afastaram o país dos conflitos armados na região platina. A política isolacionista paraguaia, porém, chegou ao fim com o governo de Francisco Solano López.

    Em 1864, o Brasil estava envolvido em um conflito armado com o Uruguai. O Império organizou tropas, invadiu e depôs o governo uruguaio do líder do Partido Blanco, Aguirre, que era aliado de Solano López. O líder paraguaio opôs-se à invasão brasileira por contrariar seus interesses geopolíticos.

    Como retaliação, o governo paraguaio aprisionou, no porto de Assunção, o navio brasileiro Marquês de Olinda e, em seguida, atacou a cidade de Dourados, no Mato Grosso. Foi o estopim da guerra. Em maio de 1865, o Paraguai também fez incursões armadas em território argentino com o objetivo de conquistar o Rio Grande do Sul. Contra as pretensões paraguaias, Brasil, Argentina e Uruguai reagiram firmando o acordo militar chamado de Tríplice Aliança.

    Historicamente, debateu-se muito sobre o papel da Inglaterra no conflito. Uma vertente teórica sugere que o Paraguai era uma potência econômica independente e que a Inglaterra, para eliminar um exemplo de soberania na América Latina, teria incentivado a Tríplice Aliança.

Nota: Historiadores contemporâneos observam que, embora a Inglaterra tenha lucrado com empréstimos, não houve uma conspiração direta para destruir o Paraguai, uma vez que o país ainda dependia de tecnologia britânica e não representava uma ameaça comercial real ao império inglês na época.

    Após o conflito, o Paraguai nunca mais recuperou o mesmo patamar de desenvolvimento, enfrentando, até hoje, desafios políticos e econômicos decorrentes desse período.

Vitória brasileira

    No início de 1869, o exército brasileiro tomou Assunção. A guerra chegou ao fim em março de 1870, com a Campanha das Cordilheiras. Na Batalha de Cerro Corá, Solano López foi perseguido e morto.

    Vale lembrar que, a essa altura, o Duque de Caxias considerava a continuidade da ofensiva uma carnificina e demitiu-se do comando do exército. O comando passou ao Conde d’Eu, marido da Princesa Isabel, a quem coube conduzir as últimas operações.

Consequências da guerra

    Para o Paraguai, a derrota foi desastrosa. O conflito levou à morte cerca de 80% da população (em sua maioria homens). A indústria nascente foi arrasada e o país voltou a dedicar-se quase exclusivamente à produção agrícola. A dívida de guerra com o Brasil só foi perdoada por Getúlio Vargas quase um século depois.

    O Brasil também foi afetado. Economicamente, o conflito gerou dívidas sanadas com empréstimos estrangeiros, aumentando a dependência em relação à Inglaterra e a dívida externa. Por outro lado, o conflito provocou a modernização e o fortalecimento institucional do Exército Brasileiro. Com oficiais oriundos da classe média urbana e soldados recrutados entre a população pobre e escravos, o Exército tornou-se uma força política importante, apoiando movimentos republicanos e abolicionistas que culminaram no fim da Monarquia.

  
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Porque não sentimos dor quando cortamos o cabelo ou as unhas?

 

    Você já parou para pensar por que um pequeno corte no dedo dói tanto, mas podemos cortar o cabelo e as unhas sem sentir nada? A resposta está em como o nosso corpo está "conectado".

O nosso sistema de alarme: as terminações nervosas

    Quase todo o nosso corpo é coberto por terminações nervosas. Elas funcionam como pequenos sensores ou "informantes" que enviam mensagens em tempo real para o cérebro.

  • Se você se queima ou bate em algo: Elas transmitem a sensação de dor para avisar que há um perigo.

  • Se você toca em algo macio: Elas permitem que você sinta o conforto daquela textura.

    Basicamente, as terminações nervosas são o nosso sistema de segurança. Elas nos avisam quando algo está tocando ou ferindo o nosso organismo.


Por que o cabelo e as unhas são diferentes?

    Diferente da nossa pele, as unhas e os fios de cabelo são compostos por células que já morreram e se transformaram em uma proteína rígida chamada queratina.

    Como essas estruturas estão em constante renovação e são substituídas pelo corpo naturalmente, elas não possuem terminações nervosas. Cortar o cabelo ou as unhas não representa uma "ameaça" ou lesão aos tecidos vivos do corpo.

    É por isso que não existe um sistema de alarme nessas áreas: como não há nervos ali para enviar sinais ao cérebro, o corpo não registra dor.

Curiosidade: Só sentimos dor se puxarmos o cabelo ou a unha com força, porque aí atingimos a raiz, que está conectada à parte viva da nossa pele, onde os nervos estão bem ativos.


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#VocêSabia que crianças têm mais chances de sobreviver em acidentes?

    Com frequência, acompanhamos notícias impressionantes sobre bebês e crianças pequenas que sobrevivem a acidentes gravíssimos. Embora pareça um milagre, o que acontece nesses casos tem uma explicação científica fundamentada na física e na segurança.

Casos que chocaram o mundo

    A história está repleta de exemplos inacreditáveis. Em 2010, um Airbus A330 da Afriqiyah Airways caiu em Trípoli, na Líbia. Das 104 pessoas a bordo, apenas um menino holandês de 10 anos sobreviveu.

    Um ano antes, em 2009, o cenário se repetiu: em uma queda de avião da companhia Yemenia no Oceano Índico, uma garota de 14 anos foi a única sobrevivente entre as 153 pessoas que estavam na aeronave.

A Física a favor dos pequenos

    Mas, afinal, por que isso acontece? De acordo com James Waterhouse, professor do Departamento de Engenharia Aeronáutica da USP, o segredo está no porte físico.

    O motivo principal é a massa corpórea. Como o corpo da criança é menor e mais leve que o de um adulto, o impacto gerado pela batida ou pela desaceleração repentina do veículo é proporcionalmente menor. Em termos físicos, há menos energia de impacto sendo absorvida pelos órgãos e ossos da criança.

O fator segurança

    Além dos fatores biológicos, o posicionamento estratégico é decisivo. Estatisticamente, as áreas destinadas às crianças são as que apresentam os maiores índices de sobrevivência. Em veículos de passeio, por exemplo, o banco traseiro é a zona de menor impacto. Somado a isso, o uso de dispositivos como as cadeirinhas é fundamental: elas são projetadas especificamente para absorver a energia do choque e proteger a estrutura óssea ainda em formação, agindo como uma armadura em casos de colisão. 

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A origem dos nomes de grandes bandas do rock

    Você já se perguntou por que sua banda favorita tem aquele nome estranho? Algumas escolhas foram acidentais, outras puramente místicas e algumas são apenas piadas internas. Confira o significado por trás dos nomes que fizeram história no rock nacional e internacional.

Internacionais

  • ABBA: Formado pelas iniciais dos quatro integrantes: Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid. Curiosamente, a palavra significa "Papai" (ou paizinho) em hebraico.

  • AC/DC: Margaret, irmã de Angus e Malcolm Young, viu a sigla em um eletrodoméstico. Achou que combinava com a energia da banda (Corrente Alternada/Corrente Contínua). Versões de que significaria "Anticristo/Cristo Morto" são apenas lendas urbanas.

  • Aerosmith: Proposto pelo baterista Joey Kramer. Segundo Steven Tyler, foi o único nome que ninguém odiou. Não tem um significado específico.

  • Alice Cooper: Originalmente o nome da banda, inspirado por um espírito em uma tábua de Ouija. O vocalista Vincent Furnier adotou o nome para si, acreditando ser a reencarnação de uma feiticeira homônima.

  • Alice in Chains: Uma paródia masoquista de Alice no País das Maravilhas (Alice em Correntes). A ideia original era tocar covers de metal usando vestidos.

  • Audioslave: Sugerido por Chris Cornell após descobrirem que o nome original (Civilian) já estava em uso.

  • B-52’s: Nome de um penteado em formato de torre, que por sua vez foi inspirado no avião bombardeiro de mesmo nome.

  • Beastie Boys: Embora pareça apenas "animalesco", é um acrônimo para: Boys Entering Anarchistic States Toward Internal Excellence (Rapazes entrando em estados anárquicos visando a excelência interna).

  • Beatles: Um trocadilho de John Lennon. Inspirado pela banda The Crickets (Grilos), ele buscou outro inseto (Beetles - besouros) e mudou a grafia para Beatles para remeter à beat music.

  • Bee Gees: Referência a "Brothers Gibb" (BG's), os irmãos Barry, Robin e Maurice Gibb.

  • Billy Idol: Um trocadilho com a palavra idle (vagabundo/ocioso), apelido que Billy recebeu de um professor na escola.

  • Black Sabbath: Nome de uma música inspirada em um livro de suspense. "Sabbath Negro" refere-se a uma reunião de bruxas.

  • Blink-182: Eles queriam apenas "Blink", mas já havia uma banda irlandesa com o nome. O "182" seria o número de vezes que a palavra fuck é dita no filme Scarface.

  • Blondie: Debbie Harry era constantemente chamada de "Blondie" (loirinha) por caminhoneiros nas ruas e achou o nome fácil de lembrar.

  • Blur: A banda se chamava Seymour, mas a gravadora exigiu a mudança e apresentou uma lista de opções; Blur foi a escolhida.

  • Bob Dylan: Robert Zimmerman mudou seu nome em homenagem ao poeta Dylan Thomas e para soar menos "étnico".

  • Bon Jovi: Uma adaptação do sobrenome real do vocalista, Jon Bongiovi.

  • Chemical Brothers: Originalmente The Dust Brothers. Mudaram para evitar processos judiciais, baseando-se na música "Chemical Beat".

  • David Bowie: David Jones mudou o nome para não ser confundido com Davy Jones (dos Monkees). Bowie é um tipo de faca/canivete americano.

  • Deep Purple: Nome de uma música favorita da avó do guitarrista Ritchie Blackmore.

  • Depeche Mode: Nome de uma revista de moda francesa que significa "Moda Rápida" ou "Despacho de Moda".

  • Doors: Inspirado no livro As Portas da Percepção, de Aldous Huxley, e em versos do poeta William Blake sobre "limpar as portas da percepção".

  • Eagles: Buscavam um nome curto, conciso e com uma imagem tipicamente americana e mitológica.

  • Elton John: Junção dos nomes dos músicos Elton Dean e John Baldry. Seu nome real é Reginald Dwight.

  • Foo Fighters: Gíria da 2ª Guerra Mundial para OVNIs.

  • Green Day: Uma gíria para um dia passado apenas fumando maconha, deixando as obrigações de lado.

  • Hole: Inspirado em uma frase da mãe de Courtney Love: "Você não pode carregar um buraco (hole) na cabeça só porque teve uma infância ruim".

  • Iron Maiden: Nome de um instrumento de tortura medieval (Donzela de Ferro). Também era o apelido da ex-primeira-ministra Margaret Thatcher.

  • Jamiroquai: Mistura de Jam (improviso musical) com Iroquois (uma tribo indígena americana).

  • Korn: Uma variação estilizada de corn (milho). Existem várias lendas bizarras criadas pela banda sobre o nome, mas nenhuma confirmada.

  • Led Zeppelin: Keith Moon (The Who) disse que a banda de Jimmy Page afundaria como um "zepelim de chumbo" (Lead Zeppelin). Eles tiraram o "a" para evitar erros de pronúncia.

  • Limp Bizkit: Fred Durst ouviu um amigo dizer que seu cérebro parecia um "biscoito mole" (limp biscuit) e adotou a ideia.

  • Linkin Park: Uma grafia alternativa para Lincoln Park, em Santa Mônica, local por onde o vocalista Chester Bennington sempre passava.

  • Marilyn Manson: A união de Marilyn Monroe (ícone de beleza) com Charles Manson (serial killer), mostrando os dois lados da cultura americana.

  • Nickelback: O baixista Mike Kroeger trabalhava em uma cafeteria e sempre dizia: "Here's your nickel back" (Aqui está seu níquel de troco).

  • Nirvana: Termo budista que significa o estado de paz e libertação espiritual.

  • Oasis: Nome de um centro de lazer em Swindon, onde o grupo viu um cartaz de show.

  • Offspring: Tirado de um filme de terror B chamado The Offspring: They Were Born to Kill.

  • Pearl Jam: Eddie Vedder dizia que sua avó (Pearl) fazia uma geleia (jam) com substâncias alucinógenas, mas o nome provavelmente veio apenas da sonoridade.

  • Police: Stewart Copeland queria um nome que estivesse em todos os jornais do mundo diariamente, garantindo "publicidade gratuita".

  • Queen: Freddie Mercury queria um nome forte, universal e imediato. Ele admitia a conotação gay (rainha/draga), mas focava no conceito de poder e nobreza.

  • Radiohead: Nome de uma canção da banda Talking Heads.

  • Ramones: Homenagem a Paul McCartney, que usava o pseudônimo "Paul Ramone" para se hospedar em hotéis no início da carreira.

  • Red Hot Chili Peppers: Anthony Kiedis queria algo que transmitisse energia, cores e sons "ardentes".

  • REM: Sigla para Rapid Eye Movement (Movimento Rápido dos Olhos), a fase do sono onde ocorrem os sonhos.

  • Rolling Stones: Inspirado na música "Rollin' Stone", de Muddy Waters.

  • System of a Down: Baseado em um poema chamado "Victims of a Down". Mudaram "Victims" para "System" para soar mais impactante.

  • U2: Nome de um avião espião dos EUA. Bono também gosta do trocadilho "You Too" (Você também).

  • The Who: Nasceu da frustração em encontrar nomes. Alguém sugeriu vários e a resposta era sempre "Os quem?" (The Who?).

Nacionais

  • Biquini Cavadão: Sugestão de Herbert Vianna (Paralamas), que brincou que se tivesse a idade dos integrantes, só pensaria em "mulheres, carros e biquíni cavadão".

  • Capital Inicial: Os integrantes moravam em Brasília (a Capital), mas o nome surgiu porque eles não tinham dinheiro ("capital") para começar a banda.

  • CPM 22: "CPM" era o nome original. "22" veio do número da Caixa Postal que a banda abriu (CP 1022).

  • Detonautas: Mistura de "detonadores" com "internautas", já que os membros se conheceram em chats de internet.

  • Ultraje à Rigor: Roger sugeriu "Ultraje", mas achou agressivo. Ao perguntar ao guitarrista Edgard Scandurra o que achava, Edgard (sem ouvir direito) perguntou: "Que traje? O traje a rigor?". Eles amaram a ironia.

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POP 10   ♪   03/12




#1 FEEL ALIVE - Fergie feat. Pitbull
 
#2 SCREAM & SHOUT - Will.I.Am & Britney Spears
 
#3 LOCKED OUT OF HEAVEN  - Bruno Mars
 
#4 POUND THE ALARM -  Nicki Minaj
 
#5 GANGNAM STYLE - PSY
 
#6 CHASING THE SUN - The Wanted
 
#7 DIAMONDS - Rihanna
 
#8 TRY - P!nk
 
#9 ONE MORE NIGHT -  Maroon 5
 
#10 I CRY -  Flo Rida





 
 
 
 
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A origem da árvore de Natal

    Você sabia que o costume de enfeitar árvores é muito mais antigo do que o próprio Natal? Embora hoje ela seja o símbolo central das festas cristãs, a história da árvore de Natal mergulha em raízes pagãs e rituais de povos antigos. 
 

Muito antes de Cristo: O Culto à Natureza

    A origem dessa tradição remonta ao período entre o segundo e o terceiro milênio a.C. Naquela época, diversos povos indo-europeus que se espalhavam pela Europa e Ásia viam as árvores como uma expressão viva da energia e da fertilidade da Mãe Natureza.

    O carvalho era frequentemente considerado a "rainha das árvores". Durante o inverno, quando as folhas caíam e a natureza parecia "morrer", as pessoas penduravam enfeites em seus galhos. O objetivo era atrair de volta o espírito da natureza, que eles acreditavam ter partido com a chegada do frio.

O Nascimento da Árvore Moderna

    A árvore de Natal como a conhecemos hoje começou a ganhar forma na Alemanha, com as primeiras referências documentadas surgindo no século XVI.

    O costume de usar pinheiros (árvores que permanecem verdes mesmo no gelo) simbolizava a vida eterna e a resistência. A partir daí, a tradição iniciou uma viagem global:

  • Século XIX: A tradição atravessou fronteiras e chegou à Inglaterra (popularizada pela Rainha Vitória), França, Estados Unidos e Porto Rico.

  • Século XX: O costume consolidou-se na Espanha e na maioria dos países da América Latina, tornando-se o ícone universal que montamos em nossas salas todos os anos.

 
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